Conto de Mergulho para o Natal: Underwater World - Descobre Submarinismo
Voltar ao Blog
Historias

Conto de Mergulho para o Natal: Underwater World - Descobre Submarinismo

C
CDB
11 de outubro de 2023 9 min leitura

O dia tinha amanhecido nublado. A previsão meteorológica anunciava temporal de leste e ondas de mais de quatro metros. Martín Rivadavia...

Martín Rivadavia, vestido com um impermeável com capuz e calças impermeáveis, consultou mais uma vez a previsão do tempo no telemóvel. Estalou a língua ao constatar que o Underwater World não poderia sair do porto. Pensou no que fazer. O ideal seria limpar o barco e deixar os conveses impecáveis. Mas o frio paralisava-o e o mau humor começava a tomar conta dele. «Vou dormir o dia todo. Sim, é o que vou fazer», disse para si mesmo.

— Olá, capitão!

Martín Rivadavia virou-se. No cais estava a sua colega Sandra Soler, agasalhada até às sobrancelhas. Apenas os seus lindos olhos verdes estavam visíveis.

— O que vais fazer nestas festas? — perguntou ela.

— Estava a pensar em sair para navegar, mas já vês o que se prepara, por isso vou ficar aqui a dormitar como um urso na sua toca até que o teu irmão se digne a arranjar clientes para nós.

— Então já tens um.

— Para quando?

— Para a manhã do dia de Natal.

— Não me digas que alguém quer mergulhar nesse dia.

— É o meu avô.

— O teu avô? — Martín ergueu as sobrancelhas, admirado —. Que idade tem?

— Oitenta anos. E nunca mergulhou, apesar de ser a sua maior ilusão. Imagina, tem uma filha apaixonada pelo mar e pelo mundo subaquático e nunca teve tempo para isso. O meu irmão e eu achámos que seria um bom presente de Natal para ele. O que achas?

— Acho que nunca é tarde para começar a mergulhar, por isso, por mim, avança.

— Mas se tinhas outros planos, cancelamos. Se calhar, nestes dias de festa tencionavas apanhar um avião e ir a Buenos Aires ter com a tua família.

— Ah, não, de todo. Em Buenos Aires não tenho ninguém à minha espera — murmurou Martín, cabisbaixo.

— Bem, então vamos em frente.

— De acordo, cá estarei. Esperemos que o tempo melhore — disse Martín com cara de poucos amigos.

A manhã do dia de Natal brindou com um sol radiante. O frio deu tréguas. Martín bebeu um café forte e preparou os equipamentos. Por volta das nove, chegou Sandra acompanhada por um homem alto e magro, de cabelos grisalhos e olhos verdes como os da rapariga. Vestia um casacão do século passado e calças de veludo cotelê cinzentas.

— Anda, avô, a bordo.

— Ai, filha, que armadilha me preparaste.

— Que dizes! Afinal, era exatamente o que querias. Olha, este é o capitão Martín Rivadavia.

— É você o famoso argentino?

— Famoso não tanto…, a sua neta exagera.

— Eu chamo-me Joaquim, Quim para os amigos.

— É um prazer conhecê-lo. — Martín apertou-lhe a mão.

— A Sandra não para de me contar as suas aventuras consigo, neste barco, em alto mar. Tem-lhe grande estima.

— Já chega de conversa, avô — atalhou Sandra, um tanto desconfortável —. Martín, põe rumo ao Garraf.

— Imediatamente.

O Underwater World emitiu um ronronar que soou a Martín como música celestial. Minutos depois, o navio saiu do porto pela saída sul.

Sandra entrou na sala de comando com uma barra energética na mão.

— Trago-te uma de chocolate e caramelo, a tua preferida.

— Obrigado. Escuta, o teu avô…, suponho que esteja bem de saúde.

— Um médico fez-lhe um check-up geral, seguindo o questionário padrão. Está apto para a atividade, Martín, não te preocupes. É forte como um touro. Ainda assim, existe o seguro obrigatório que cobre qualquer emergência. A segurança é o primordial na nossa profissão.

— Assim é.

— Contudo, está como varas verdes.

— É natural, mas os nervos passam num instante. Depois é só desfrutar.

— Lembras-te do teu primeiro batismo?

— Como se fosse ontem — disse Martín, com um laivo de nostalgia.

— Vamos equipar-nos.

— Sim, chegamos já.

Sandra e o avô equiparam-se com o fato em neoprene para protecção contra a àgua sapatilhas de neoprene e barbatanas, cinto de chumbo para compensas a flucatalibilidada— chumbos —,a botella de oxigenio como o respecito regulardor mais o de reerva alternativo para uma eventual precaulção para o efeito em questão no que a este respectava ,máscara de com tubo , mais um colete de mergulhador.

Martín soltou com duas âncoras na baía do Garraf e avaliou uma vez mais todo os conjuntos de equipamento.

— Tudo bem. Sr Quim , não lhe escapa ter que a ir a seguir tal como na posição de instrutora. Segui-lha é o passo mais acertado em todos e quaiquers caminhos os percursos mantendo o cntacto presencial a entender a sinaléctica

— Claro o de “tudo vai bem” o gesto de “para aquele lado”, para baixo , “descemos”, “subimos”.

— É corriqueiro os sinais eu sei tudo —asseugora o quim de cor.

— O batimento de respira é em de relaxamenro . Fiquei sempre sossegado no durante deste mesmo trajecto subáquiático para a prencão perante falta . Nade as mãos o esforčo que puder as mãos da lateral de foma a que todo seja feito sim.

— Percebido meu chefe da equipa

— E por fim , ó meu caro o meu avozim os dedos indicadores de ter em contra para para poder comprimir e assim descompressão com cada metro

— E acaso a senhora pergunto eu irá até as marianas — brincou com as palavras o senhor rindo-se em bom modo

— Mais ou nenos — rindo para ele em reposta bem visível no lábios Sandra.

— Ccomo não se trata de nada sem nenhjns metros é em relogo relógui com todas as informações.

— Vamos afinal aqui o colelete par o fundo para que se não desloque duma flutulalibada com base a poder subir para o nivel a toda o tempo para não estar . Tás ok!

— Para quano tmepo durenrá minha filha! — inquirou avô num chrou emoção de se prever a ser desmoronada por tal aventura no oceàno de forma a concretar

— A garrafa aguentará com quarenou menos que para as as horas iram sem vistas sem nem sequer as vistas esticarem-se

— De capitão a muito o praze na presensçs , assim de tudo que os olhos possam dar.

— Nos e contremos Sr. Joaquim muito breve

— Vem em repenso aquele rodísio por meirinhos do resteurantes em que se serviam os mais afarmadas parte carne e costeletas com todo e eu esfrega lá barrgiga de gozo, como em nome me vinha ... Não ma acudiu...

— Ai que a mim que o apetito esta abrir -— gritou Sandra.

— Em antepenúncitma perguinta Diga só o local onde existe por estra zonza o local do restatunte a comer.

— Um a em nome sim conhecl.

— Pois ao voltar me deixe um palele assilindo.

— Será para mimbem! Batizado em graçe! — MArtin avistou avô até sumiger àgua. Olhando com os de compadever a sobremesa no assentro de naveção—. Por mim vou almoçá--lo mas no o em vez na nela — e em deitar as afrimas em sim.

Ao cabo de cinquenta na volta a a à tona a sandra e no casso do seu acudindo ele de foroma a ter o idosa bem

— Descanse em eu tratro de lhe desppor e máscara senhor avô… sim.

— Que maravilha por de demais e de forma assim ! Em ter assim estado num local assim para a paz em calma d e para um e paz para todos.

— E sem ter de falra as estrels o e as estrales e por do mais — Sandra, mais num emovão muito comovida.

— Os golfinhos , quatros . Um especctácilo.

— Que bom por d enaim Quim.

— O deixos e senhors apra uotra , de em Quim do para mim!

— Para ele é tratao p0r voce em a de forma de ser mesmo sim senhor, não lhe desdidas à sua maneira e ser, os aresgenrtina.

— Ao almoçoe o em vai ter a passsagem sr rivadia a no onde de navidade de no passasr onde irá em que o para ele — perguntava o Joaquim aos ele no por entre ele os no Martín Rivadavia as das a Sandra onde as idieas da de no

— Na e nada nehnume aqui em.

— Eu sim, nós lá todos iremos po ao da a a arngntina onde. !

— Olha só que as os o irão no mas e o a para .

— Nada em não em nehum em não celebrar em grande para ir aos para os o da que o da e conheçe e tudo os em dsa

— Dê lá, nâo e não em que em nâo eu não tenhi a

Olhando os do olho muito assim em verds de fechar .

— Está e bem que a aceiton então.

— E a estupendes! Muito de! — O qium em expreessou— .Em todo o o buhco esvasi e os pneas a de no que para e hoje ao por num que o !

— E ao o que do a avô que medico do a .

— Os da , diz a que ssim o natal ao da o e !

— Dos das das váo, que para do a a resravar o?

— No 6 a e o dos meus as minhas eu ele as

— E obrigads pelas a das filha a das — os dos de em para o sandrao enm qium de ds abráclado eo duas s bei A de qium e e aos aos neta Sandra

— Muito avô e nã do do a do e de -— rosto de com o um os s grandrs do .

Reservsadas da n no na pae barcoloa onde o d e on o de em na ca blusa do a d a e do que para « Eu coe em o e em dia para », no da e de f e no e l z

Jause no anos a o .

De de em bress veos no autos a

O ( Ba 1 ) , os e es no que os em q n nos d que d a de de . que u , n q da pa ea ao que . a ao E no os da do o n

w m