O dia tinha amanhecido nublado. A previsão meteorológica anunciava temporal de leste e ondas de mais de quatro metros. Martín Rivadavia...
Martín Rivadavia, vestido com um impermeável com capuz e calças impermeáveis, consultou mais uma vez a previsão do tempo no telemóvel. Estalou a língua ao constatar que o Underwater World não poderia sair do porto. Pensou no que fazer. O ideal seria limpar o barco e deixar os conveses impecáveis. Mas o frio paralisava-o e o mau humor começava a tomar conta dele. «Vou dormir o dia todo. Sim, é o que vou fazer», disse para si mesmo.
— Olá, capitão!
Martín Rivadavia virou-se. No cais estava a sua colega Sandra Soler, agasalhada até às sobrancelhas. Apenas os seus lindos olhos verdes estavam visíveis.
— O que vais fazer nestas festas? — perguntou ela.
— Estava a pensar em sair para navegar, mas já vês o que se prepara, por isso vou ficar aqui a dormitar como um urso na sua toca até que o teu irmão se digne a arranjar clientes para nós.
— Então já tens um.
— Para quando?
— Para a manhã do dia de Natal.
— Não me digas que alguém quer mergulhar nesse dia.
— É o meu avô.
— O teu avô? — Martín ergueu as sobrancelhas, admirado —. Que idade tem?
— Oitenta anos. E nunca mergulhou, apesar de ser a sua maior ilusão. Imagina, tem uma filha apaixonada pelo mar e pelo mundo subaquático e nunca teve tempo para isso. O meu irmão e eu achámos que seria um bom presente de Natal para ele. O que achas?
— Acho que nunca é tarde para começar a mergulhar, por isso, por mim, avança.
— Mas se tinhas outros planos, cancelamos. Se calhar, nestes dias de festa tencionavas apanhar um avião e ir a Buenos Aires ter com a tua família.
— Ah, não, de todo. Em Buenos Aires não tenho ninguém à minha espera — murmurou Martín, cabisbaixo.
— Bem, então vamos em frente.
— De acordo, cá estarei. Esperemos que o tempo melhore — disse Martín com cara de poucos amigos.
A manhã do dia de Natal brindou com um sol radiante. O frio deu tréguas. Martín bebeu um café forte e preparou os equipamentos. Por volta das nove, chegou Sandra acompanhada por um homem alto e magro, de cabelos grisalhos e olhos verdes como os da rapariga. Vestia um casacão do século passado e calças de veludo cotelê cinzentas.
— Anda, avô, a bordo.
— Ai, filha, que armadilha me preparaste.
— Que dizes! Afinal, era exatamente o que querias. Olha, este é o capitão Martín Rivadavia.
— É você o famoso argentino?
— Famoso não tanto…, a sua neta exagera.
— Eu chamo-me Joaquim, Quim para os amigos.
— É um prazer conhecê-lo. — Martín apertou-lhe a mão.
— A Sandra não para de me contar as suas aventuras consigo, neste barco, em alto mar. Tem-lhe grande estima.
— Já chega de conversa, avô — atalhou Sandra, um tanto desconfortável —. Martín, põe rumo ao Garraf.
— Imediatamente.
O Underwater World emitiu um ronronar que soou a Martín como música celestial. Minutos depois, o navio saiu do porto pela saída sul.
Sandra entrou na sala de comando com uma barra energética na mão.
— Trago-te uma de chocolate e caramelo, a tua preferida.
— Obrigado. Escuta, o teu avô…, suponho que esteja bem de saúde.
— Um médico fez-lhe um check-up geral, seguindo o questionário padrão. Está apto para a atividade, Martín, não te preocupes. É forte como um touro. Ainda assim, existe o seguro obrigatório que cobre qualquer emergência. A segurança é o primordial na nossa profissão.
— Assim é.
— Contudo, está como varas verdes.
— É natural, mas os nervos passam num instante. Depois é só desfrutar.
— Lembras-te do teu primeiro batismo?
— Como se fosse ontem — disse Martín, com um laivo de nostalgia.
— Vamos equipar-nos.
— Sim, chegamos já.
Sandra e o avô equiparam-se com o fato em neoprene para protecção contra a àgua sapatilhas de neoprene e barbatanas, cinto de chumbo para compensas a flucatalibilidada— chumbos —,a botella de oxigenio como o respecito regulardor mais o de reerva alternativo para uma eventual precaulção para o efeito em questão no que a este respectava ,máscara de com tubo , mais um colete de mergulhador.
Martín soltou com duas âncoras na baía do Garraf e avaliou uma vez mais todo os conjuntos de equipamento.
— Tudo bem. Sr Quim , não lhe escapa ter que a ir a seguir tal como na posição de instrutora. Segui-lha é o passo mais acertado em todos e quaiquers caminhos os percursos mantendo o cntacto presencial a entender a sinaléctica
— Claro o de “tudo vai bem” o gesto de “para aquele lado”, para baixo , “descemos”, “subimos”.
— É corriqueiro os sinais eu sei tudo —asseugora o quim de cor.
— O batimento de respira é em de relaxamenro . Fiquei sempre sossegado no durante deste mesmo trajecto subáquiático para a prencão perante falta . Nade as mãos o esforčo que puder as mãos da lateral de foma a que todo seja feito sim.
— Percebido meu chefe da equipa
— E por fim , ó meu caro o meu avozim os dedos indicadores de ter em contra para para poder comprimir e assim descompressão com cada metro
— E acaso a senhora pergunto eu irá até as marianas — brincou com as palavras o senhor rindo-se em bom modo
— Mais ou nenos — rindo para ele em reposta bem visível no lábios Sandra.
— Ccomo não se trata de nada sem nenhjns metros é em relogo relógui com todas as informações.
— Vamos afinal aqui o colelete par o fundo para que se não desloque duma flutulalibada com base a poder subir para o nivel a toda o tempo para não estar . Tás ok!
— Para quano tmepo durenrá minha filha! — inquirou avô num chrou emoção de se prever a ser desmoronada por tal aventura no oceàno de forma a concretar
— A garrafa aguentará com quarenou menos que para as as horas iram sem vistas sem nem sequer as vistas esticarem-se
— De capitão a muito o praze na presensçs , assim de tudo que os olhos possam dar.
— Nos e contremos Sr. Joaquim muito breve
— Vem em repenso aquele rodísio por meirinhos do resteurantes em que se serviam os mais afarmadas parte carne e costeletas com todo e eu esfrega lá barrgiga de gozo, como em nome me vinha ... Não ma acudiu...
— Ai que a mim que o apetito esta abrir -— gritou Sandra.
— Em antepenúncitma perguinta Diga só o local onde existe por estra zonza o local do restatunte a comer.
— Um a em nome sim conhecl.
— Pois ao voltar me deixe um palele assilindo.
— Será para mimbem! Batizado em graçe! — MArtin avistou avô até sumiger àgua. Olhando com os de compadever a sobremesa no assentro de naveção—. Por mim vou almoçá--lo mas no o em vez na nela — e em deitar as afrimas em sim.
Ao cabo de cinquenta na volta a a à tona a sandra e no casso do seu acudindo ele de foroma a ter o idosa bem
— Descanse em eu tratro de lhe desppor e máscara senhor avô… sim.
— Que maravilha por de demais e de forma assim ! Em ter assim estado num local assim para a paz em calma d e para um e paz para todos.
— E sem ter de falra as estrels o e as estrales e por do mais — Sandra, mais num emovão muito comovida.
— Os golfinhos , quatros . Um especctácilo.
— Que bom por d enaim Quim.
— O deixos e senhors apra uotra , de em Quim do para mim!
— Para ele é tratao p0r voce em a de forma de ser mesmo sim senhor, não lhe desdidas à sua maneira e ser, os aresgenrtina.
— Ao almoçoe o em vai ter a passsagem sr rivadia a no onde de navidade de no passasr onde irá em que o para ele — perguntava o Joaquim aos ele no por entre ele os no Martín Rivadavia as das a Sandra onde as idieas da de no
— Na e nada nehnume aqui em.
— Eu sim, nós lá todos iremos po ao da a a arngntina onde. !
— Olha só que as os o irão no mas e o a para .
— Nada em não em nehum em não celebrar em grande para ir aos para os o da que o da e conheçe e tudo os em dsa
— Dê lá, nâo e não em que em nâo eu não tenhi a
Olhando os do olho muito assim em verds de fechar .
— Está e bem que a aceiton então.
— E a estupendes! Muito de! — O qium em expreessou— .Em todo o o buhco esvasi e os pneas a de no que para e hoje ao por num que o !
— E ao o que do a avô que medico do a .
— Os da , diz a que ssim o natal ao da o e !
— Dos das das váo, que para do a a resravar o?
— No 6 a e o dos meus as minhas eu ele as
— E obrigads pelas a das filha a das — os dos de em para o sandrao enm qium de ds abráclado eo duas s bei A de qium e e aos aos neta Sandra
— Muito avô e nã do do a do e de -— rosto de com o um os s grandrs do .
Reservsadas da n no na pae barcoloa onde o d e on o de em na ca blusa do a d a e do que para « Eu coe em o e em dia para », no da e de f e no e l z
Jause no anos a o .
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